domingo, 5 de agosto de 2007

Ladainha noturna de Elias:

“O Fredteismo, enquanto doutrina religiosa, mais se aproxima do cientificismo natural positivista que do dogmatismo maniqueísta das religiões ordinárias do ocidente...”

Grande dicionário antropológico das religiões.


Fred caminhou. Fred se sentou e bradou a multidão de capivaras:

- Oh, futuro rebanho; Afastai-vos da moral.

Princípios tem serventia somente se válidos quando incômodos para si.

O comodismo é sagrado!

Então aquele que é livre perde os princípios ao caminhar, e não se importa com isso.

Fred fumou. Fred suspirou e levantou-se. Caminhou.

No monte cânhamo deu-se conta que havia deixado o isqueiro no caminho. Deitou-se.

Então, uma voz onipresente não deixou a cidade dormir:

- O MOVIMENTO ESTÁ PARA O REPOUSO ASSIM COMO O SOFRIMENTO ESTA PARA O GOZO.

2 comentários:

Vina disse...

O isqueiro de Fred perdido no monte cânhamo há de ser a nova epopéia espiritual qual foi o Santo Graal, mas uma pergunta fica: como se chamariam os seus cruzados?

bomdebico disse...

Khanat’s.

A resposta vem das calendas, dantes da separação entre mito e razão: Khanat era o nome dado as ordas do senhor dos mongóis. Renascem na contemporaneidade quando Fred passa a agrupar espiritualmente aqueles com potenciais mongólicos através de infusões diversas de THC.

Nas palavras da Grande Enciclopédia analítica das religiões:
Por trás da Ordem do Templo, se ergueram figuras míticas de personagem bem curiosos, que inspiraram o ideal Sinárquico Templário do Oriente em conjunção com os Ismaelitas do Velho da Montanha, os cabalistas, judeus da Espanha muçulmana, as ordas do Khanat de Gengiskan , os cavaleiros árabes de Saladino, as histórias do cálice, romances e lendas da Távola Redonda, Parcival entre outros. Um ímpeto espiritual sem precedentes na história medieval.